Eu desespero. Vou dar em louca. Cada som que emites das tuas cordas vocais, mais tarde, fazem eco na minha cabeça. Isto torna-se uma obcessão. Contigo fazes-me levar a sitios onde nunca fui, contigo cresco sem em apareceber. Já não há mais nada a fazer, sou tua. Mas porquê? porque é que me fazes pensar que o mundo é perfeito ao teu lado, se, não é? e já agora, Como? como é que me fazes sentir assim? tão nas nuvens.. pronta a fazer tudo por ti. És uma pessoa normal, que muitos não gostam. Já agora, explica-me a razão das outra vezes anteriores. Explica-me porque da outra vez acabou, e tu choraste. Se choraste, porque é que me deixaste? Há perguntas que nunca vou ter resposta, porque tu nunca me as vais dar.
Já agora, sabes o que é amor? Não entendes o quanto te amo, não entendes a obcessão que me fazes passar todos os dias. Quando nos pegamos por atitudes parvas que não me deixam sossegada nem dias depois. Eu amo-te, e esse sentimento nunca vai morrer. Mesmo que acabe e que eu já não o sinta, eu sei que vai ficar aqui para sempre.
Quase três meses. Estamos a bater recorde. Espero que cheguemos até lá, porque eu não aguento não estar ao teu lado e não sentir que és meu. Podes ter muitos defeitos, e qualidades, e ainda qualidades que desconheco, mas para mim és o ideal. Venha rapaz que vier, tu cegaste-me. Se mereces? Não, mas eu nada posso fazer contra isso.
Amo-te mesmo.
Não vão ler, pois não?
Capitulo dois
alaina beaton. (1ªpessoa)
Acordei na esperança que tudo passa-se de pesadelo, mas não. Quando dei por mim, tinha roupa no fim da cama, e as malas á porta de casa. Seitei-me á beira da cama, e abanei a cabeça. Fui á casa-de-banho, lavei a cara e desci. Vi o meu pai sentado no sofá.
"argh, que nervos." pensei.
-Filha, o que estás a fazer despida? Vai vestir a roupa que está na tua cama. - disse ele.
- Eu não estou despida, estou de pijama. - disse eu, amargamente.
- Podes sair com isso á rua?
- Não.
- Então vai-te vestir.
Bufei e fui de má vontade. A roupa não era de todo a roupa que eu usava, não tinha decote, não me acentava as curvas, nada! Era u,ma camisola de gola alta e umas calças de ganga. Vesti-me, calcei-me e desci para a sala.
- Bom dia, querida. - disse a minha mãe.
- Mau dia, mãe.
- Então, sweety?
- Nem me falem vocês os dois. - e virei costas.
Comi qualquer coisa, peguei nas malas e chamei um taxi para me levar ao aeroporto. Os meus pais foram comigo. E eu chamei alguns dos meus melhores amigos. Eles que espalhassem a noticia que a RAINHA de Chicago tinha ido conquistar New York.
Despedi-me de todos e fui-me embora, fiz o check-in e esperei. Finalmente chegou. Entrei e suspirei. Tirei do meu bolso, o papel que me indicava a morada do apartamento onde iria viver.
"isto vai ser dificil."
Cheguei a nova York, rapidamente. Chamei um Táxi e pedi-lhe para que levar á rua do meu apartamento.
gerard way. (1ªpessoa)
Acordei nas nuvens.
"mil e quinhentas raparigas é só para um campeão." pensei.
Vesti-me, comi, e saí. Andei pelas ruas de New York e fui ter com a minha banda a um restaurante. Chegado ao restaurante, sentei-me: tinha sido o primeiro a chegar. Esperei por eles.
Quando chegaram, sentamo-nos todos a conversar.
- Frank, comi mil e quinhentas gajas. - informei o meu melhor amigo.
- O quê? Gerard já te disse que vais ficar como garanhão para sempre! - respondeu ele, desapontado.
- E depois?
Depois quando quiseres namorar a sério, ninguém acredita!
- E depois? Não gosto de compromissos!
- Vais-te arrepender. - disse ele.
A conversa terminou aí, quando o Bob interrompeu-a com novas ideias para o próximo albúm.
"O Frank acordou com os pés de fora, é isso. Fogo, que conversa mais lamechas!" pensei.
Conversamos, rimos e fomos-nos embora.
A noite estava aí a chegar, e eu tinha combinado coisas.
Eram sete da noite, jantei e esperei por eles.
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