Dia normal. LOL.
vida secante D:
Capitulo um - o Início.
Alaina era a rainha da noite, em Chicago. Ela entrava nos bares ou discotecas, dançava em cima dos balcões, bebia, arrasava e saía.
"Sempre foi assim, porque haveria de mudar?" - pensava ela.
Jantou com os seus pais e arranjou-se. Já pronta e produzida, Alaina pegou na maçaneta da porta de casa:
- Pai, Mãe, vou saiir ! - disse ela.
O pensamento deve ser: "fogo, eu com 25 anos, já bazei de casa". Mas Alaina gostava dos luxos que os pais lhe davam.
- Ai isso é que não vais Alaina Beaton! - gritou o pai a correr, pelas escadas fora.
- What? Sempre saí, porque é que hoje é diferente? Já agora, sou maior de idade! - resmungou Alaina.
- Por isso mesmo é que não vais. Temos de falar.
Alaina permaneceu calada, á espera da explicação da interropeção á sua diversão, e sim, rimou e não foi de propósito.
- Alaina, tu aqui não fazes nada. Não trabalhas, apenas sais á noite e aproveitas os luxos que eu e a tua mãe te damos. E isso não vai continuar, tens voo marcado para New York, amanhã.
- O QUÊ? - gritou Alaina.
- Desculpa filha, mas é assim. Tens de te tornar independente, percebes? Tu precisas disto, sweety. - disse a mãe, meigamente.
- Vocês já mediram a febre? Estão doentes! Oh espera, isto é um sonho! Belisquem-me ! - dizia Alaina em pânico.
- Alaina, isto não é um sonho, e se fosse a ti, ia fazendo as malas. Já tens casa e tudo!
- Gosh, ODEIO-VOS.
- Boa noite querida. - disse o seu pai, dando-lhe um beijo na testa e abandonando a sua vista.
Alaina limpou a testa e ficou perdida em pensamentos, no wall de entrada.
"E agora?"
- - - x - - -
O calor humano predominava naquele cubiculo. A pista de dança estava a abarrotar e os balcões também, quase nem havia espaço para as pessoas prepararem as bebidas. As raparigas de New York, meninas atraentes e preversas, que qualquer um desejava. Todas, sem falta de alguma, alvos de Gerard. Coisa que não lhe agradava, não gostava de repetir a noite com a mesma pessoa.
"Não, não. Nem pensar! Eu não saio daqui sem comer alguém." - pensou.
Então, meteu-se a dançar na pista. Minutos depois, avistou a vitima perfeita para a sua noite. Aproximou-se da rapariga e segredou-lhe coisas ao ouvido que a fizeram sorrir provocadoramente. Dançaram durante algumas horas, juntos. Até que passou á parte final do plano: o acção. Pegou na sua mão e sairam da discoteca, deixando-a em casa. A rapariga convidou-o para entrar.
"Pronto, consegui" - pensou ele, orgulhosamente.
Aceitou, beijando-a rumo ao sofá. Ainda beijando-a, apalpou o bolso das calças - não lhe faltava nada. - Então, já deitados no sofá, removeu-lhe a primeira peça de roupa, fazendo com que a rapariga seguisse os passos dele. As roupas foram voando pelos ares, e aconteceu mais uma vez.
"outra."
No dia seguinte, por volta das dez da manhã, Gerard acordou. Pestanejou e levantou-se, começou a vestir-se, deixando a rapariga deitada a dormir. Saiu a porta e entrou no carro. Do porta luvas tirou um papel, escreveu uma cruzinha e gritou orgulhoso:
- mil e quinhentas CERTINHAS !
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